Um estudo da Universidade de São Paulo revelou algo surpreendente: mudanças na forma como respiramos podem influenciar diretamente a pressão arterial.
Durante a expiração ativa (quando usamos mais força para soltar o ar), neurônios no cérebro podem contrair os vasos sanguíneos, causando picos de pressão. Isso pode ajudar a explicar por que muitas pessoas continuam com hipertensão mesmo tomando medicamentos. A descoberta abre caminho para novos tratamentos, focando não apenas nos sintomas, mas também nos mecanismos do cérebro ligados à respiração. A hipertensão, conhecida como “mal silencioso”, afeta milhões de pessoas e é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.
O mais importante: cuidar da saúde vai além dos remédios — envolve hábitos como boa alimentação, atividade física e atenção à respiração.
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