Partindo da escolha de valorizar os recursos do próprio território e, ao mesmo tempo, produzir escolhas sustentáveis, as alunas Ana Luiza Mendes Barfknecht e Isadora Rodrigues Rapatoni decidiram por usar casca do jatobá, planta típica do cerrado. A orientadora do projeto e professora de biologia, Gabrielle Rosa Silva, trouxe para a escola pública a experiência que teve como pesquisadora. Assim, as meninas desenvolveram um bioplástico biodegradável e um larvicida natural a partir da casca do jatobá-do-cerrado. Como resultado, promoveram alternativas sustentáveis para dois desafios da atualidade: o excesso de plástico e a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
Essa proposta científica ficou em terceiro lugar na Febratec e foi credenciada para a Feira Brasileira de Tecnologia e Ciência e para a Feira Mineira de Iniciação Científica (Femic).

Parabéns pela realização do projeto para essa dupla incrível e pela iniciativa, da professora e do colégio, de encorajar os jovens a se dedicarem a ciência!


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